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sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Nápoles
Vindo de carro da Costa
Amalfitana, chegamos a Nápoles (região da Campânia, ao sul da Itália) no dia 22
de setembro. A reserva no Hotel La Pace
(€ 100 para casal) já estava feita. Estacionamos em um “parking” indicado (€ 20
por dia) pelo hotel. Andar no trânsito caótico de Nápoles é impossível. A razão
de ficarmos com o carro é que visitaríamos, depois de 2 dias na cidade, as
ruínas de Pompeia (a 24 km de distância).
Nápoles tem aproximadamente 1
milhão e 200 mil habitantes (terceira mais populosa da Itália, atrás e Roma e
Milão). Terra natal da pizza, localiza-se no golfo de Nápoles, no mar Tirreno. É um porto importante e o
principal centro industrial e comercial do sul do país. É, também, um centro
turístico, pois nas cercanias estão o vulcão do monte Vesúvio, as ruínas de
Pompeia e de Herculano e as ilhas de Capri, de Ísquia e de Procida. E o seu
centro histórico (já não tão conservado) foi declarado patrimônio mundial pela
UNESCO.
Durante inúmeros séculos, Nápoles
dominou todo o território do sul de Itália. A História da região da Campânia
está associada aos Etruscos e Gregos, civilizações testemunhadas pelas
gigantescas ruínas de Paestum ou
Poseidonia, como era originalmente chamada (grande cidade da Magna Grécia). As
ruínas de Paestum incluem os templos de Ceres, de Netuno, da deusa Hera
(chamada também de Basílica) e de Argive Hera (bem conservados), além do museu.
Tíquete a € 10 e € 5 (meia).
Fundada no século IX a.C., como
uma colônia da Grécia Antiga, é uma das mais velhas cidades do mundo, por onde
passaram várias civilizações que deixaram ali sua herança artística e arquitetônica.
O centro histórico de Nápoles é
dos maiores da Europa, em termos de área: 1.700 hectares, classificados pela
Unesco como Patrimônio Mundial. Ao longo da História, foi a capital de ducados,
reinos e de um império, assim como um importantíssimo centro cultural,
especialmente durante o período da Renascença e do século XVII ao XIX.
De 1282 a 1816, foi a capital do
Reino de Nápoles; após essa data, uniu-se à Sicília, tornando-se a capital das
Duas Sicílias, até à unificação da Itália, em 1861.
Foi duramente bombardeada durante
a Segunda Guerra Mundial e reconstruída para sediar o Fórum Universal de
Culturas em 2013.
Na área em que ficamos (mais ou
menos peto do Centro Histórico), há muitos outros
hotéis: Top Hotel Clarean, StarHotels Terminus, Best Western, Hotel D’Anna,
Sea Hotels Group, Hotel San Giorgio, Hotel Bella Napoli, Hotel Palazzo
Caracciolo (este é 4 estrelas). Mesmo com tanta oferta, é aconselhável fazer
uma reserva. A cidade fica lotada e os preços são altos.
O importante é ficar próximo a
uma estação de metrô para se locomover facilmente na cidade. Nós ficamos perto
da estação Piazza Garibaldi.
O sistema ferroviário de Nápoles é composto por: 2 linhas de metrô,
um metrô rápido e 5 trens urbanos. O metrô foi inaugurado em 1993 e funciona
das 6h às 23h. UNICO NAPOLI (um
cartãozinho azul) é a tarifa integrada que permite viajar em todos os meios de
transporte das empresas de consórcio de Nápoles.
O bilhete simples custa € 1,20
(válido por 90 minutos após a primeira validação). O bilhete de 1 dia vale € 3,70 e é o mais indicado, pois vale
por 24 horas. O de final de semana sai por € 3,00 (válido aos sábados ou em
feriados a partir da meia noite do dia da validação). E o bilhete mensal custa
€ 40,00 (expira à meia-noite do último dia do mês de validade).
O Aeroporto de Nápoles está localizado a 7 km a nordeste da cidade.
Não há conexão em trem, mas há um serviço
express de ônibus (ANM Alibus) que vai do aeroporto para o centro de
Nápoles a cada vinte minutos. Parte do terminal de chegada e demora de 15 a 20
minutos até a Piazza Garibaldi e de
30 a 35 minutos até a Piazza Municipio.
Há também ônibus até Avellino, Benevento e Caserta (região metropolitana). O
preço do bilhete é de € 3,00.
As melhores regiões (bairros)
para se hospedar são o Quartieri Spagnoli (Bairro Espanhol) e o Centro Storico.
Outras opções são Santa Lucia, Chiaia, Vomero e Capodimonte, todos também
próximos à parte histórica e, portanto, nas proximidades dos atrativos turísticos.
A gastronomia é uma das grandes atrações da cidade: comidas típicas e internacionais, vendinhas, cafés, padarias, sorveterias. Há muito o que provar. E os preços variam bastante. Tem até fatia de pizza e livro por 1 EURO somente. Basta percorrer as ruelas do centro histórico e aproveitar.
A gastronomia é uma das grandes atrações da cidade: comidas típicas e internacionais, vendinhas, cafés, padarias, sorveterias. Há muito o que provar. E os preços variam bastante. Tem até fatia de pizza e livro por 1 EURO somente. Basta percorrer as ruelas do centro histórico e aproveitar.
Marcadores:Itália | Centro-Sul
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